segunda-feira, 2 de Fevereiro de 2009

The past is back!!


É por momentos como este que vale a pena lutar!
Agora são poucos, mas acredito que daqui para a frente vao ser muitos mais!!


Apesar dos stresses todos e de tudo: Adoro-vos amigas!!! ;D

terça-feira, 11 de Novembro de 2008

A fome

Ora aqui está um problema que afecta muitos milhões de pessoas por todo o mundo. A mim também me começa a afectar porque a Di anda à quase três semanas a falar de um jantar em casa dela e nada! Estou a ficar esfomeada, só queria dizer isso xD

E ponto.

quinta-feira, 4 de Setembro de 2008

O regresso

Meus amores já falta tão pouquito para voltarmos a estar, novamente, todas juntas!!
As férias já estão a chegar ao fim e já estamos a gastar os últimos cartuchos, mas nem tudo são tristezas!! Este novo ano promete trazer novidades e mais diversões!! Não nos podemos esquecer que a caloirada está aí para ser sacrificada!!! ehehe

Bem só vos queria deixar um beijinho enorme e cheio de saudades!!!

terça-feira, 19 de Agosto de 2008

Hà 20 anos atràs

Hà 20 anos atràs nasceu uma das personagens do quinteto, hum quem serà? Pistas : mora nos confins de Portugal; gosta de telenovelas; gosta de cozinhar; é simpàtica, alegre, divertida e pronto, jà devem ter chegado ou não...é a Isabel Velho Ferreira a mais velha e portanto mais responsàvel (kakakakaka) e hoje apesar de tudo é o dia dela e esperemos que o tenha passado da melhor maneira apesar de não ter estado connosco. Esta personagem chega enfim aos 20 anos de idade, muitos vcaminhos lhe reservam, muitas expectativas aguarda, muitas decepções a esperam. Agora, esta personagem vai tentar superar estes desfios: vir ao terminal ter connosco em vez de ver "as duas caras" e ver as nossas lindas caras que não têm nada para se dizer de interessante, lol. Vai ter que gregar (um dia isabel vais conseguir e nesse diavou là estar), continuar a passar a todas as cadeiras (isto deveria aplicar-se a mim mas não é para a isabel); vai ter que tirar muitas fotos aos caloiros; irmos a um jantar de curso todas trajadas ou não, lol; continuar as nossas esporàdicas idas ao cinema; continuar a cozinhar para mim que eu gosto e pronto vou parar porque este comentàrio pitoresco necessita de chegar ao fim. Bem porca badalhoca, lol, não escapas nem no teu dia, bom aniversàrio e a partir de agora curte a vida sem stresses.

quinta-feira, 17 de Julho de 2008

Ter e, na verdade, não ter

É impressionante, todos nós já passamos por desilusões amorosas. No meio de tanta coisa má, que há de bom para retirar daí?
Já me senti ferida quando perdi o homem pelo qual me apaixonei. Hoje estou convencida de que ninguém perde ninguém, porque ninguém possui ninguém.
Essa é a verdadeira experiência da liberdade: ter a coisa mais importante do mundo, sem possuí-la.

A amizade começou assim

Irei desta vez, escrever um texto que não tenha um carácter nostálgico, mas para isso terei de me socorrer de uma imagem que me instigue a isso porque senão nunca seria capaz de o fazer. Para que seja minimamente inetressante o texto tem de ser sobre o que todas (umas mais que outras) gostamos: jornalismo. Essa imagem é esta:
Passando ao que verdadeiramente tem interesse (ou valor mediático para adequar os termos à linguagem jornalística), posso dizer que encontrei este fundo de papel de jornal para metaforizar a nossa amizade.
Aplicando os conhecimentos que adquiri através da cadeira de jornalismo, servi-me de um título que fosse sucinto, que resumisse o que se pretende dizer e que fosse apelativo.
Sem dúvida que curto e capaz de resumir o que pretendo (contar como começou a nossa amizade) ele é.
E apelativo? Nada melhor do que um título que provoque o suspense; que seja atraente; adequado; sugestivo; claro e que não revele exactamente o que trata a notícia mas que, ao mesmo tempo, dê indicações suficientes para que se subentenda algo. Este género de títulos indubitavelmente cativam a atenção do público. Em relação à atenção, veja-se a que provocamos com a nossa presença. Ela é vislumbrada através das câmaras atentas seguradas pelas mãos dos jornalistas que secretamente nos rodeiam. No entanto, tal é a nossa indiferença que nem prestamos atenção ao que nos rodeia. Foi assim durante muito tempo, foram momentos assim que prevaleceram e foi assim que tudo começou…

Cada pessoa atribui a sua própria interpretação ao que vê, tal como o jornalista o faz. Assim, também eu, poderei interpretar o que vejo nesta primeira página de jornal.
Identifico uma imagem de duas raparigas que olham descontraidamente para a objectiva da câmara e se associar a imagem ao título “A amizade começou assim”, poder-se-á estabelecer uma correlação entre a palavra “amizade” e a história de amizade inerente à foto. Deste modo, que necessidade teria o redactor de realçar a forma como esta história começou se a relação de amizade não se tiver matido exactamente como antes ? A minha eventual resposta é que a situação das amigas talvez não se tenha prolongado do mesmo modo e a notícia faça apologia a isso mesmo! É essa a minha explicação: esta notícia abordará como toda a amizade começou e se desencadeou.
Como descobrir se estou certa senão através do corpo da notícia? Não há outra forma, terei mesmo de a ler. Mas como poderei descobrir se não se consegue identificar qualquer letra presente no corpo da notícia? E tu, Flavie, como poderás descobrir?
R: Só poderemos descobrir virando as páginas do jornal (ou melhor, da vida)...

A verdade é que a minha interpretação se deve ao facto de eu conhecer as duas raparigas, tanto que sou uma delas xD.
E se por um lado eu sei que nós nos temos afastado um pouco em virtude de termos adquirido novas amizades, de nos termos afeiçoado mais a umas pessoas do que a outras, de termos passado por situações complicadas extrínsecas a nós, de nem sei bem porquê, a verdade é que continuamos a estar juntas, continuamos a divertir-nos, a sair juntas, a partilhar segredos, a estar nos mesmos sítios, continuamos unidas e estamos uma para a outra sempre que é preciso e eu continuo a estar muito feliz por seres minha amiga!
Quero agradecer-te por me teres apoiado quando precisei de ajuda, por me teres dado bons conselhos para ultrapassar os problemas, pela boa companhia, pela amizade, pela confiança, por seres a pessoa que és, por tudo!!!

Ausência de solidão!!!

A frase de Paulo Coelho não poderia ser mais adequada para descrever a necessidade que temos de não nos sentirmos sozinhos: “O ser humano pode tolerar uma semana de sede, duas semanas de fome, muitos anos sem teto - mas não pode tolerar a solidão. É a pior de todas as torturas, de todos os sofrimentos”. É este um sentimento destruidor - a sensação de que ninguém nesta terra se importa connosco.
A vocês tenho de agradecer por me terem apoiado nas fases menos boas. Considerei pertinente utilizar a frase de Paulo Coelho para explicar que sem o quinteto, eu (e certamente não sou a única) sentir-me-ia completamente sozinha… Mas vocês existem, pelo que nos pode acontecer qualquer coisa, podem ser injustos connosco, os namorados podem-nos deixar, podemos sentir-nos afectadas pelas notas, podemos ter problemas familiares, podemos estar simplesmente tristes, mas os amigos, esses estão lá nesses momentos para nós!!!
Gosto de vocês...

terça-feira, 15 de Julho de 2008

Férias

Férias!!!Uh,uh vai ser só curtir e trabalhar, visto que todas nós vamos fazer isso. la,la,la :P

quinta-feira, 3 de Julho de 2008

Ar ar ar, nós não fomos a Ovar!

Pois é. É triste, mas é verdade. A famigerada boa vida académica terminou, e o período de exames é a doer! Embora ao primeiro o calendário parecesse favorável a todos, a verdade revelou-se outra e nem nós, nem os rapazes conseguimos contornar a situação.
Por agora. Porque vai haver desforra, ó se vai!
E ponto.